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O impacto da Internet das Coisas (IoT) 💡

O impacto da Internet das Coisas (IoT)

“A internet das coisas ” significa sensores conectados à Internet e se comportando de maneira semelhante à Internet. Fazendo conexões abertas e, para esta finalidade, compartilhando dados livremente e permitindo aplicações inesperadas para que os computadores possam entender o mundo à sua volta e se tornar o sistema nervoso da humanidade. . ”- Kevin Ashton, de ‘Making Sense of IoT’

#Passa a ser economicamente viável conectar as coisas

Você já se imaginou que ao chegar em casa, através do comando de voz do seu carro ou ao utilizar o seu celular. Você poderia  controlar remotamente a temperatura e as luzes da sua sala, escolher o programa de televisão ou a música ambiente. Ao  mesmo tempo em que desativa o alarme de segurança da garagem e liga o microondas com o jantar pré-cozido? Isso já é perfeitamente possível e faz parte do conceito de Internet das Coisas (IoT).

Com o aumento da capacidade de processamento dos hardwares e a queda dos preços dos diferentes tipos de sensores, nunca foi tão viável conectar diversos dispositivos entre si.

Em uma pesquisa realizada durante o Fórum Econômico Mundial de 2015 e descrita por Klaus Schwab em seu livro “A quarta revolução industrial” . Pelo menos 89% dos entrevistados disseram esperar que, por volta de 2025, aproximadamente 1 trilhão de sensores estarão conectados à internet. Isso irá criar uma enorme rede interconectada de coisas gerando uma grande quantidade de dados.

A proposta é que, boa parte dos objetos comuns como canecas, roupas, mesas, cadeiras, mochilas, mangueiras, copos, carros entre diversos outros itens, possam ser equipados com os mais diferentes sensores.

No setor de saúde não vai ser diferente. Já que, existem estudos bem sucedidos sobre o uso de sensores de monitoramento do comportamento e saúde animal. Estes,  foram capazes de aumentar o controle sobre a produtividade e sugerir melhores práticas de criação do gado, por exemplo.

Agora imagine essa mesma lógica para monitorar, diagnosticar e melhorar a saúde do ser humano. Segundo a Aruba Networks, mais da metade das empresas já adotam o IoT (internet of things), e em 2019 esse número deverá atingir 85%. Em uma série de entrevistas realizadas pela empresa em diversos países do mundo ficou claro que, seis entre dez organizações de saúde, já estão usando essa tecnologia com monitores de pacientes, dispositivos de raios-X e em alguns casos monitoramento remoto.

A Internet das Coisas (IoT) está fazendo uma revolução no setor de saúde. Cabe aos profissionais da área estarem preparados para mudanças constantes envolvendo sua aplicabilidade.

Como falamos anteriormente, a IoT é só uma das Tecnologias Exponenciais que podem ser utilizadas no dia a dia médico. Agora, vamos entender melhor como ela já está impactando a medicina.

# Internet das Coisas no setor de saúde

“Precisamos ser mais inteligentes em relação à inovação em hardware e software para obter o máximo de valor da emergente Internet das Coisas.” –Henry Samueli

A área de Business Intelligence, do serviço de pesquisa premium da Business Insider, prevê que a base de dispositivos de saúde de Internet das Coisas crescerá de 95 milhões em 2015 para 646 milhões em 2020.

Com a Internet das Coisas é possível aproximar muito mais os atendimentos remotos, relacionamento com o paciente, rapidez no diagnóstico, telessaúde e uma infinidade de funcionalidades.

No campo da telessaúde é a possibilidade de apresentar diagnósticos remotos em regiões rurais em que há a dificuldade de acesso. O Monitoramento Remoto do Paciente (RPM) com dispositivos, sensores e smartphones conectados permite a realização tanto de testes de rotina quanto de atendimentos em situações mais graves.

Kevin Ashton, que já citamos anteriormente, foi o primeiro a usar o termo IoT. Para ele, não é apenas uma forma de reunir dados, mas coletar novos fatos. Em organizações que adotam essas aplicações conseguimos ver claramente as mudanças apresentadas com a utilização de diversas aplicações de IoT.

Ashton acredita que ela tende a ser aberta, flexível e fácil de construir. É um espaço para novas oportunidades de crescimento. Porque as inovações raramente terminam com a IoT, elas apenas se renovam.

Um exemplo claro dessa aplicabilidade pode ser visto com o trabalho dos pesquisadores da UCLA. Com o objetivo de identificar diabéticos tipo 2 não diagnosticados. Para isso, usaram máquinas e dados de prontuários eletrônicos para apontar as pessoas que convivem com a doença sem saber.

Essa equipe de pesquisadores, liderada por Ariana Anderson e Mark Cohen, do Instituto Semel de Neurociência e Comportamento Humano da Universidade, desenvolveu uma ferramenta que extrai informações de todo histórico do paciente para apresentar um grau de precisão maior.

O resultado apontou que, se esse mesmo método fosse usado em todos países, seriam identificados mais de 400.000 pacientes. Logo, eles poderiam ter oportunidades de gerenciar melhor essas doenças crônicas.

Maior número de dados significa maiores cuidados à saúde dos pacientes. A Internet das Coisas está começando a transformar a forma como médicos e pacientes atuam no dia a dia. Os hospitais já usam leitos inteligentes, por exemplo. Eles se ajustam automaticamente ao ângulo e pressão para fornecer suporte adequado. Isso é uma aplicação real desta tecnologia.

Nesse cenário, novos modelos de gestão de consultórios e hospitais serão criados. Médicos e pacientes poderão acompanhar o melhor tratamento e prevenção para diversas doenças com aplicações simples ou até mesmo complexas de IoT.

 

# A Internet das coisas no atendimento ao paciente

“Se você acha que a internet mudou sua vida, pense novamente. A IoT está prestes a mudar tudo de novo!” — Brendan O’Brien, Chief Architect & Co-Founder, Aria Systems

 

A Internet das Coisas nada mais é do que uma rede de objetos ligados a sensores com conectividade de rede que podem trocar dados pela internet. Qualquer dispositivo que esteja conectado e possa acessar outras funções representa essa tecnologia. Kevin Ashton, fundador da Auto-ID Center no Massachusetts Institute of Technology, foi o pioneiro tecnológico que cunhou a frase “Internet das Coisas” em 1999.

Com relação à área médica é possível ter toda a integração com seu consultório em uma tela de celular ou até mesmo em seu relógio inteligente (wearables) . Assim, você pode obter todas as informações do paciente acessando o seu prontuário eletrônico (EMR – Electronic Medical Record) não importando onde estiver, algo que já existe.

Esse mesmo EMR ainda pode receber dados de um monitor com controle de ritmo cardíaco em um marcapasso implantado com comunicação bluetooth. Ele alimenta uma base de dados na nuvem acessível ao médico. Tendo esses dados integrados em um só sistema, já conseguimos adequar a medicação ao paciente vendo seu estado atual de batimentos cardíacos e sinais vitais.

Pense que precisamos rastrear as seguintes informações de um grupo de pessoas: pressão, pulsação, período de sono, distância percorrida e uma série de etapas. Para isso, precisamos de um aplicativo que seja capaz de receber (input) essas informações, tornar possível a leitura desses dados, salvar os dados para análise, comparar com situações antigas e oferecer os melhores insights.

Mesmo que tenhamos todos esses itens é preciso que seja feita uma leitura precisa das informações e que haja uma conclusão dessa análise. Utiliza-se agora inteligência artificial e big data, assuntos que vamos discutir em um próximo artigo.

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O evento acontece dia 5 de outubro a partir das 13h no Teatro do Prédio 40 na PUCRS em Porto Alegre.
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avanços-tecnológicos-na-medicina

Avanços tecnológicos na medicina

Como a inteligência artificial é muito mais que uma revolução tecnológica para a medicina.

1. Quando as máquinas superam o homem

The real problem is not whether machines think but whether men do. – B. F. Skinner

Em 1985, enquanto Ayrton Senna conquistava sua primeira vitória na Fórmula I a bordo de sua lendária Lotus preta no GP de Portugal. O russo Garry Kasparov tornava-se o jogador mais novo a se tornar campeão mundial de xadrez, com apenas 22 anos.

Por isso, por muitos,  ele ainda é considerado até hoje o maior enxadrista de todos os tempos. No entanto, contrariando os que o comparam com o americano, posteriormente naturalizado islandês, Bobby Fischer.

Mas, o que é mais curioso na história de Kasparov é seu pioneirismo e disposição em jogar uma partida contra um computador.

Em 1997, o enxadrista russo perdeu a partida para o Deep Blue da IBM. Esse foi o momento em que os Estados Unidos conseguiu iniciar a maestria da demonstração de seu poder tecnológico sobre a Rússia.

A pergunta que surge é como Kasparov chegou nessa partida?

Tudo começou em 1996 quando, em uma primeira partida, o Deep Blue da IBM perdeu para Kasparov, por um placar final de 4 vitórias e 2 empates. O enxadrista se mostrava exemplar frente à máquina, mas convicto que ele provavelmente seria o último humano a ser capaz de vencer uma máquina. Logo,  prevendo a melhora de desempenho natural de novas versões.

Então, diante disso, o IBM trouxe uma versão mais atualizada do projeto Deep Blue que finalmente conseguiu derrotar Kasparov com um placar final de 3½–2½.

O mais interessante em relação ao confronto é que na primeira partida do segundo confronto, Kasparov foi vitorioso. Mas um movimento aleatório feito pelo Deep Blue na jogada 44 lhe chamou a atenção pela total falta de sentido. Ele tinha a capacidade mental de calcular pelo menos 15 movimentos a frente na partida.

Por isso, não viu nenhum sentido no movimento que mais se assemelhava a um movimento furtivo que estratégico, lembrando um comportamento humano. Logo, isso lhe provocou um certo desequilíbrio emocional no restante do match o que possivelmente acabou lhe roubando a vitória.

Logo após a derrota, Kasparov disse que observou criatividade e inteligência nos movimentos que a máquina realizou e sugeriu ter havido ação humana nos movimentos, o que seria contra as regras do desafio. A IBM negou a trapaça, o enxadrista derrotado pediu uma revanche, que foi recusada. Com ela, também, o Deep Blue foi aposentado.

Posteriormente acabou-se descobrindo que o tal movimento aleatório foi fruto de um “bug” na programação do software da IBM. Sem nenhuma relação com qualquer fraude como Kasparov havia relatado na época. Conforme descreve o documentário “The man vs The machine” de 2004(1).

O que essa história que ocorreu no fim do século XX, tem a ver com os avanços  de inteligência artificial na medicina?

 

Um artigo recente publicado pela Annals of Oncology, Holger Haenssle e colaboradores(2). Comparou o desempenho do diagnóstico de uma rede neural convolucional de aprendizagem profunda para reconhecimento de melanoma através de dermatoscopia, em relação a 58 dermatologistas.

A conclusão final do estudo mostrou que, pela primeira vez, o desempenho diagnóstico de redes neurais convolucionais de aprendizagem profunda (CNN) superou o desempenho de um grande grupo internacional formado pelos 58 dermatologistas.

O que deveria ser uma ótima notícia para toda a comunidade médica,  foi recebida com medo do desconhecido e com questionamentos sobre como isso poderia impactar negativamente a carreira médica.

Na realidade, não existe nenhum sentido ter medo da evolução tecnológica nos processos de diagnósticos e tratamentos da medicina. Principalmente, por achar que o espaço de atuação dos médicos vai ficar limitado ou poderá ser substituído.

A história já mostrou ao longo dos anos, que qualquer tipo de avanços tecnológicos que minimizem erros, sejam escaláveis e beneficiem a sociedade como um todo, vão invariavelmente serem adotados. E por consequência, alguns empregos relacionados a essa evolução serão diminuídos, modificados ou até mesmo extintos.

If everyone is moving forward together, then success takes care of itself. – Henry Ford

Quando Henry Ford implementou o sistema de linha montagem em série para automóveis. Ele   transformou todo o segmento de transportes e  foi o responsável pela aposentadoria de muitos cocheiros. Essa inovação fez com que as pessoas buscassem outras oportunidades e assumissem novas habilidades dentro do mercado.

Imagine nos dias de hoje. Será que você gostaria de estar utilizando uma charrete, porque alguém ficou preocupado com os empregos que seriam perdidos pelo impacto de sua ação? Creio que não, por isso Henry Ford estava certo ao iniciar uma série de mudanças.

Se você analisar mudanças anteriores a essa, quando Thomas Edison criou a primeira lâmpada elétrica. Houve toda uma adaptação da sociedade para suportar um sistema completo com distribuição de luz, incluindo motores, condutores subterrâneos, entre outros aparatos.

Se ele tivesse pensado que tiraria a funcionalidade da lamparina, o trabalho de quem vendia o óleo utilizado nela e as jornadas dos acendedores de lamparina noturnos, muitas coisas que temos hoje em dia não teriam sido desenvolvidas.

2. A tecnologia nos liberta do repetitivo para que possamos nos dedicar ao humano

Ao unir grandes avanços tecnológicos simples ou complexos podemos chegar a uma resposta fácil para a pergunta: será que as atuações dos médicos serão prejudicadas com os avanços tecnológicos ou esses avanços só nos beneficiam?

Em um recente artigo do The Washington Post entitutado “Forget ‘man vs. machine.’ When doctors compete with artificial intelligence, patients lose.”(3). Caroline Nelson, Carrie Kovarik e John Barbieri alertam que de nenhuma forma avanços tecnológicos como machine learning e inteligência artificial podem ser vistos como competidores dos médicos. Mas sim como ferramentas de trabalho para facilitar o processo de diagnóstico e tratamento.

Com certeza, você não consegue se imaginar voltando a noite do trabalho para casa andando de charrete com uma lamparina em mãos, correto? Os pioneiros dos séculos atrás foram essenciais para que os avanços tecnológicos fossem possíveis e assimilados nos dias de hoje.

As inovações tecnológicas utilizadas na medicina as quais chamamos de health tech, estão totalmente ligadas a melhores condições de diagnósticos e processos iniciais do contato com o paciente.

Technology is teaching us to be human again. – Simon Mainwaring

Eu como médico quero ter a certeza de poder contar com todos os recursos tecnológicos possíveis, a fim de minimizar minhas chances de erro e maximizar minha capacidade de oferecer o melhor tratamento para o meu paciente.

Nós devemos nos preocupar em buscar o melhor tratamento e as relações humanas, enquanto isso, a máquina se preocupa em oferecer a precisão no diagnóstico. Já, o nosso paciente pode ficar tranquilo, pois a união de duas frentes: homem e máquina, poderá trazer resultados ainda melhores.

O objetivo é que haja uma simbiose entre o trabalho diário médico com a máquina, nesse caso, podendo ser tanto computadores quanto gadgets, wearables, aplicativos e tantas outras inúmeras aplicações.

Toda disrupção gera algum tipo de desconforto para quem está na inércia do cotidiano. Não devemos ter medo dos avanços tecnológicos, pois vieram para mudar e melhorar a nossa vida, devemos abraçar cada oportunidade de melhora.

Nunca foi tão real os benefícios das tecnologias exponenciais para a medicina e o mundo.É primordial que médicos e pacientes se interessem em saber cada dia mais sobre os avanços em Health Tech para as mais diversas aplicabilidades das tecnologias exponenciais no nosso dia a dia.

3. Um mundo de possibilidades.

“Today, if you’re not disrupting yourself, someone else is; your fate is to be either the disrupter or the disrupted. There is no middle ground.” ― Salim IsmailExponential Organizations: Why new organizations are ten times better, faster, and cheaper than yours

No livro “Oportunidades Exponenciais”(4)Peter H. Diamandis desenvolveu um modelo chamado ” 6 Ds dos exponenciais” : digitalização, decepção (crescimentos disfarçado), disrupção, desmonetarização, desmaterialização e democratização.

https://more.su.org/10xgrowth

De acordo com essa visão , a inteligência artificial e machine learning na medicina estão hoje em um estágio de disrupção entrando no processo de desmonetarização e desmaterialização. Quando finalmente poderá ser considerado uma tecnologia democratizada.

Para ilustrar esse cenário vamos utilizar o estudo realizado com o software de diagnóstico para melanoma que discutimos nesse artigo.

Imagine se você quisesse avaliar uma mancha suspeita no seu corpo (necessidade) e pudesse utilizar  o seu próprio smartphone com câmera de alta resolução (desmaterialização)!! Depois disso você enviaria a foto por meio de um aplicativo hospedado na Apple ou Google Store (plataforma) e assim, utilizaria o poder de computação infinita (disrupção). Então, isto possibilitaria a análise em segundos dos dados e devolveria um provável diagnóstico com alta taxa de acurácia para qualquer pessoa leiga do mundo (democratização).

Quantos pacientes acometidos por melanoma poderiam ter seu tratamento precoce e se beneficiar da diminuição das taxas de metástases e evoluções desastrosas dessa doença tão grave.

Os médicos poderiam oferecer os melhores tratamentos de forma extremamente precoce e efetiva. A OMS(Organização Mundial de Saúde) desenvolveria campanhas mundiais estimulando que as pessoas realizassem seu auto exame. Com isso, uma grande base de dados mundial poderia determinar quais as regiões geográficas têm maior incidência de melanoma com altíssimo acurácia e quais políticas públicas poderiam ser implementadas.

Em suma, quantos milhões de dólares poderiam ser economizados em diagnóstico?Quantos poderiam ser reaproveitados para tratamentos e melhora de qualidade de vida das pessoas?

Se você entendeu meu ponto de vista me ajude a promover aceitação desse mundo novo onde os avanços tecnológicos vão mudar não só a medicina e nossa atividade como médicos. Mas a nossa vida como seres humanos e isso é Fantástico :).

 

Esse artigo é parte integrante do livro de autoria do Dr. David Sena. “O que médicos e empreendedores têm em comum” que está em processo de produção. O texto na íntegra pode ser conferido no Linkedin.

Referências:

1. “Signals: The Man vs. The Machine”. espn.go.com. ESPN. Retrieved 2014-10-24.
2. H A Haenssle, C Fink, R Schneiderbauer, F Toberer, T Buhl, A Blum, A Kalloo, A Ben Hadj Hassen, L Thomas, A Enk, L Uhlmann, Reader study level-I and level-II Groups; Man against machine: diagnostic performance of a deep learning convolutional neural network for dermoscopic melanoma recognition in comparison to 58 dermatologists, Annals of Oncologyhttps://doi.org/10.1093/annonc/mdy166
3. – https://www.washingtonpost.com/news/grade-point/wp/2018/06/12/forget-man-vs-machine-when-doctors-compete-with-artificial-intelligence-patients-lose/?noredirect=on&utm_term=.b4508d52f1c5
4. Diamandis, Peter H. Oportunidades exponenciais: um manual prático para transformar os maiores problemas do mundo nas maiores oportunidades de negócios… / Peter H Diamonds e Steven Kotler; tradução de Ivo Korytowski. – São Paulo: HSM do Brasil, 2016.

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checklist

Como um checklist pode mudar os seus resultados 📝

O que médicos e empreendedores podem aprender com rotinas de checagem simples?

No livro Checklist, Como fazer as coisas bem feitas (1). O médico Atul Gawande, conta a história de como as forças aliadas passaram a adotar o uso do Boeing B-17, ou “fortaleza voadora”, nas iniciativas da Segunda Guerra Mundial. E também como o emprego desse avião fez a diferença no resultado do conflito.

Em outubro de 1935, o major Ployer P. Hill decolou com o até então modelo Boeing 299. Sob o olhar de uma plateia de militares ansiosos por ver o colosso voador dominando o espaço aéreo. Com descrédito, o que eles presenciaram naquele dia foi um fracasso também colossal com a queda do avião, momentos depois de sua decolagem.

Mas como poderia um avião tão moderno, comandado por um piloto com experiência comprovada em combate. Não conseguir completar o seu voo inaugural em condições perfeitas de  equipamento, decolagem e clima?

Após analisar as causas da queda procurando as mais diversas formas de falhas possíveis. O relatório final revelou erro do piloto em não realizar as rotinas necessárias para um voo adequado e seguro. Então, a partir desse momento ficou claro a necessidade de assegurar que todas as rotinas cruciais a um voo eficaz fossem seguidas  para que erros como esse nunca mais ocorressem.

1. A simplicidade ante a complexidade

O grande desafio seria adaptar e criar rotinas que não dependessem de habilidades excepcionais e memória dos pilotos e que garantissem um voo seguro e eficaz.

Esse foi o ponto crucial para a adoção de uma rotina eficiente e simples ao mesmo tempo. A partir desse momento os pilotos foram orientados a utilizar checklists de condutas antes de cada voo.

Diferentemente do que você possa estar imaginando não era uma lista enorme de rotinas. Mas sim, checagens simples, que eram importantes demais para depender apenas da memória dos pilotos. Uma lista para verificações rápidas que coubessem em uma folha única e pudessem ser analisadas alguns segundos antes de momentos cruciais como decolagem, voo, aterrissagem e manobras em solo.

           “The definition of genius is taking the complex and making it simple.”― Albert Einstein

Apesar da grande complexidade de controlar um avião do porte do então desconhecido modelo 299. O checklist foi considerado o maior responsável por garantir o bom andamento. Pelo menos 3 milhões de quilômetros foram percorridos sem acidentes até ser considerado seguro para uso efetivo durante a Segunda Guerra Mundial.

Desde então, os voos civis também passaram a adotar os mesmos protocolos de segurança. O que preveniu certamente um grande número de acidentes.

2. O que os médicos podem aprender com aviação?

Assim como acontece na aviação, onde qualquer erro pode ser fatal. Utilizar um protocolo que minimize erros e que  tenha sua eficiência comprovada pode ser essencial para médicos e empreendedores.

Ainda no livro Checklist, Atul Gawande descreve como infecções em locais de implantação de cateteres venosos centrais eram frequentes em pacientes de unidades de terapia intensiva(UTI).

Após analisar esses dados o Dr Peter Pronovost percebeu que a maior parte das causas dessas infecções poderia ser evitada tomando cuidados simples e rotineiros de higiene. Assim, ele imaginou que se aplicasse um checklist rápido e simples assegurando que todos os passos de higiene e cuidados com a não contaminação fossem seguidos por todos os médicos, esse quadro de infecções recorrentes poderia ser mudado.

           “Those who don’t know history are doomed to repeat it.” ― Edmund Burke

Ao analisar o checklist proposto, percebe-se que são instruções óbvias e de uma certa forma desconfortantes para nós médicos. Porque dão a ideia de que vamos esquecer de lavar as mão e colocar as luvas, por exemplo.

São rotinas tão conhecidas ao procedimento como lavagem correta das mãos, vestimenta adequada, colocação dos campos cirúrgicos até a descrição do procedimento propriamente dito.

Durante o meu treinamento para cirurgião geral tive a oportunidade de inserir diversos cateteres venosos centrais. Eu me lembro que dentro dos kits existia uma pequena folha de papel com um checklist de aproximadamente cinco itens com figuras ilustrativas e uma espécie de passo a passo do procedimento.

Na época ficava imaginando se isso tinha realmente alguma validade.  Já que eu me sentia totalmente capacitado a fazer tudo o que tinha naquele papel, que mais parecia uma “listinha de padaria”. Para minha surpresa todas as vezes que ignorava a lista e fazia do meu jeito sempre pulava alguma etapa. O que na prática aumentava as chances de infecção no paciente.

Pronovost, já havia percebido esse tipo de situação há muito tempo antes de eu mesmo imaginar a possibilidade de ser médico. Quando em 2001 implantou essa rotina pela primeira vez no Hospital John Hopkin. Apesar do protocolo parecer simples, após um ano de aplicação do checklist houve uma queda significativa da incidência de infecções em cateter com permanência de 10 dias,  de 11% para zero.

Isso motivou Pronovost a estimular a adoção de checklist em outros hospitais dos EUA.  Em dezembro de 2006, escreveu um artigo completo no aclamado The New England Journal of Medicine(2) sobre os benefícios da chamada iniciativa Keystone. Nele, apontou queda nas taxas de infecção de até 66% nos primeiros três meses da adoção em hospitais participantes.

# Checklist para Empreendedores

Risk comes from not knowing what you’re doing. –   Warren Buffett

Durante o texto podemos perceber o claro benefício de adotar rotinas de checagem sistemáticas, simples e com aplicabilidade. Pilotos e médicos entenderam a importância de seguir checklists. Entretanto, os empreendedores entenderam esta importância?

Geoff Smart, autor do livro Quem?, em seu artigo “Management assessment methods in venture capital: An empirical analysis of human capital valuation”(3,4).  Analisou diversos investidores de capital de risco, como os investidores anjos por exemplo.

Ele percebeu que do ponto de vista dos investidores, existiam diversas formas de se avaliar um negócio e as pessoas que fazem parte desse negócio.

Smart classificou os investidores de diferentes formas de acordo com o seu comportamento frente ao processo de análise e escolha de em quê e quem investir.

Ele percebeu que dentre todos os investidores analisados havia um grupo que se destacava por apresentar melhores resultados. Em uma escala de até 80% de êxito de retorno sob o investimento em suas “apostas”. Esse grupo ele batizou de “comandantes de avião”. Porque utilizavam como rotina de avaliação uma  checklist de atributos que deveriam estar presentes para receber a oportunidade de investimento.

# O uso de checklists pode acabar com a criatividade?

Innovation is this amazing intersection between someone’s imagination and the reality in which they live. The problem is, many companies don’t have great imagination, but their view of reality tells them that it’s impossible to do what they imagine. – Ron Johnson

A grande verdade é que podemos não gostar de checklists. Eu achava desnecessário ter aquele papelzinho dentro do kit de cateter venoso central, ou ter que checar o nome , alergias e se a cirurgia estava correta antes de entrar no bloco cirúrgico, pois afinal era o meu paciente e eu sei quem são eles.

Contudo, a história e a ciência já mostraram para pilotos, médicos e empreendedores, que maior que o seu ego é a sua responsabilidade com seus passageiros, seus pacientes e seu dinheiro.

A verdade é que não temos o direito de brincar com a sorte por soberba ou preguiça de aplicar métodos simples e fáceis para obter melhores resultados. Se no passado pessoas extraordinárias e fora de série são as que se arriscavam a todo custo por ter o “dom” do desempenho. Hoje valoriza-se mais esses atributos para os momentos de criatividade, inovação e adaptação. Claro, depois que você já assegurou que rotinas importantes demais para serem esquecidas ou adaptadas já estão “seguras”. Eu não quero o meu piloto, médico ou meu gestor de finanças jogando “all win” com as minhas chances.

O objetivo dos checklists é exatamente libertar a mente do ordinário vital, para dar espaço de trabalho aos neurônios criarem o extraordinário exponencial. Grandes líderes sabem disso e adotam rotinas diárias na vida pessoal, no trabalho e nos negócios. Mesmo os mais excêntricos artistas e pensadores adotavam rotinas sistemáticas para poder libertar a mente para o criativo.

A lógica tanto no trabalho de médicos quanto no de empreendedores é inovar de forma simples através de soluções que já existem e se mostrem eficazes em outros segmentos.

Referências:
1. Livro: Checklist, Como fazer as coisas bem feitas, de Atul Gawande
2. Artigo no The New England Journal of Medicine: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/nejmoa061115
3. Geoff Smart, “ What makes a successful venture capitalist”(http://ghsmart.com/wp-content/uploads/2014/10/what_makes_a_vc.pdf)
4. Geoff Smart, em seu artigo “Management assessment methods in venture capital: An empirical analysis of human capital valuation”(http://ghsmart.com/wp-content/uploads/2014/10/methods_in_venture_capital.pdf)

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jornada do paciente

Jornada do paciente: A importância da Gestão

Você sabe qual a importância da gestão e do marketing para sua clínica?

Pode-se dizer que apenas ter um serviço bom é suficiente, o que também é verdade. Mas, com tantas ferramentas disponíveis porque não ir além do básico, porque não ser excelente? Dando à devida atenção e importância a jornada do paciente em sua clínica você terá mais chances de entregar uma experiência de excelência ao final deste ciclo.

# Então, qual é a jornada do paciente?

Todo o contato que o paciente tem com a sua clínica, mesmo antes de decidir marcar uma consulta ou até após o atendimento é considerada a jornada de experiência. Através de simples práticas em cada uma das fases do contato com o paciente pode-se garantir a melhor experiência possível. Trabalhando com as melhores práticas de gestão. Para isso, é importante mapear essa jornada do paciente e entender o que pode ser feito em cada uma dessas etapas. Mantendo, assim,  um relacionamento eficiente desde o primeiro contato.
Na imagem abaixo você destacamos os passos da jornada de compra tradicional, modificado em jornada do paciente.

# Por que esta jornada é valiosa?

A importância dessa jornada se dá, porque ao dedicar-se à essas etapas, você cria garantias e condições para que seu trabalho seja visto com apreço. Consequentemente terá maiores chances dos pacientes retornarem para outros procedimentos/consultas e também  fazer indicações à conhecidos. Sendo assim, deve-se compreender que a jornada envolve não somente o médico. Mas também toda a equipe da clínica a fim de promover a melhor experiência possível.

# Qual a importância da fidelização do paciente?

Sabe-se que o primeiro passo para qualquer aquisição, seja de produto ou serviço, será uma busca no Google ou a indicação de algum conhecido. Desta forma, através do método AIDA (Atenção, Interesse, Desejo e Ação), aliado à jornada, é possível ser mais eficaz no tratamento dos pacientes.
Na Atenção e Interesse é momento de gerar a visibilidade e conhecimento ao paciente através do contato inicial. No Desejo, você irá educar os seus pacientes, afim de que este entenda o conteúdo e o seu devido valor. Seguindo assim, no momento da Ação você já irá possuir uma base de contatos que estão na jornada.

# Por que otimizar essa gestão?

Sabendo da importância que cada etapa tem na jornada do paciente, ter controle sobre todo o processo é fundamental. Gerar conteúdos relevantes no âmbito digital pode tornar uma consulta simples e única em uma experiência marcante pela atenção e cuidado.  A otimização de processos e atendimentos dos pacientes facilita todo esse contato.

# Por onde devo começar?

Para iniciar a gestão da jornada de seus paciente o primeiro passo é mapear todos as etapas e, consequentemente, começar a criar materiais para a educação desses pacientes desde o primeiro contato. Desta forma, eles serão a base de conteúdo que você irá disponibilizar a fim de complementar a consulta ou procedimentos feitos.
Sendo assim, durante esse caminho, você deve ter entendimento de que todas as fases da jornada são importantes. Iniciando com a origem deste paciente (seja por indicação ou redes sociais) e a decisão de marcação. Desde o primeiro contato entre a sua secretária até a finalização do procedimento ou consulta esse paciente começa a ser fidelizado. Todo o ambiente de consultório serve de apoio para esse objetivo.

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aposte na presença digital

Aposte na presença digital

Aposte na presença digital de sua clínica. Sabe porque isso é importante?

A maneira como sua clínica se posiciona digitalmente reflete diretamente na sua imagem perante seus pacientes. Ter uma presença digital vai muito além de simplesmente possuir um perfil em uma rede social. A qualidade e a frequência das atualizações é o que determina a relevância que você terá e confiança que irá transmitir.

Você sabe se a sua marca está posicionada digitalmente e, além de tudo, de maneira eficaz?

A fim de demonstrar confiança e criar um relacionamento digital com os seus pacientes, você precisa entender a diferença que a presença digital fará na sua clínica. Entender como as pessoas lidam antes de alguma aquisição e quais informações elas buscam também é um passo importante.

#Porque utilizar a presença digital?

A participação digital de uma empresa está sendo um diferencial a ser apostado. Mas não basta somente estar presente, você deve se fazer notar e entender como o seu público esta usando essas redes. Antes de quaisquer aquisições de produtos ou serviços as pessoas buscam, além de indicação de amigos, informações na internet, seja no Google ou Facebook, Twitter, e outros. Deste modo, estar presente com informações relevantes, opiniões e conteúdo é o um grande diferencial.

Sendo assim, ao almejar um posicionamento digital consolidado e positivo para sua clínica, você terá um trabalho contínuo de abastecimento de conteúdo e propagação da sua imagem de marca. Trazer conteúdo informativo, ao mesmo tempo que será uma lembrança de marca, irá ensinar o conteúdo e importância do meio digital para seus pacientes. Uma vez que você está no meio digital deve trabalhar persistentemente em cima dele afim de buscar resultados.

Antes de continuar lendo as dicas, assista ao vídeo Aposte na presença digital de sua clínica produzido pelo GestãoDS:

#Como iniciar

É notável que a publicidade tradicional vem perdendo espaço com o desenvolvimento do mundo digital. Panfletos, inserções em revistas/jornal e mala direta perdem no quesito engajamento e custo quando comparado as redes sociais. Assim, cria-se um contato mais efetivo e personalizado e uma manutenção ágil dos investimentos. Isto posto, como iniciar essa transição para o digital?

  • Entenda o seu público/quem é a sua persona: Conhecer quais seus hábitos digitais, as redes que mais acessa, e o tipo de visualização que ele prefere auxilia na escolha dos meios e da liguagem a serem utilizado. Compreender também quem é essa persona e quais os seus comportamentos e hábitos auxilia no processo de conquista. Qual o caminho que leva esta pessoa à finalização da compra?
  • Utilize as redes constantemente: Isso irá, além de passar mais confiança para o público, ajuda a rankear o site nas pesquisas do Google. Busque estar onde seu cliente está, utilizando redes como Facebook, Instagram e Youtube, mas não deixe esta página sem conteúdos. De nada adianta estar presente sem ser útil.
  • Crie conteúdo interessante: Não use as redes apenas para vender o seu serviço, crie conteúdos que irão ensinar para o cliente o que é sua atividade e qual a importância, afim de educar este para que ele entenda que o valor pago será um investimento, não um gasto.
  • Conheça seus concorrentes: Saiba quem eles são e observe quais são suas ações nas redes sociais. A partir do momento que você está presente digitalmente, você irá alcançar também as pessoas que poderiam vir a fechar contrato com o seu concorrente.

#Principais Funções e Ferramentas

  • Marketing de Conteúdo:

A ideia principal compreende em criar conteúdo rico que gere conhecimento e agregue algo para o público. Desta forma, a pessoa terá a marca não somente como venda de serviço, mas como alguém que desenvolve conhecimento e entende do assunto. Essa estratégia tem como principal objetivo criar relevância e confiabilidade no meio digital. Consequentemente irá gerar leads para a sua página, ou seja, pessoas que podem vir a se tornar pacientes.

  • E-mail Marketing:

Essa é a comunicação, via e-mail, com seus potenciais pacientes e newsletter para os seus atuais clientes. Desde modo,você irá enviar conteúdo personalizado para o público em foco, atraindo eles para a sua clínica e gerando valor da sua marca para elas. Os temas podem variar de educação, venda, convite ou simples relacionamento com os leads. A grande relevância de e-mail é por ter um grande alcance a partir de um custo baixo. Entenda mais sobre E-mail marketing e como ele pode ajudar sua clínica.

  • Redes Sociais: 

Saiba aonde está seu público-alvo afim de determinar quais redes sociais serão importantes para a sua clínica. De nada adianta, porém, estar presente mas não ser útil, você deve gerar conteúdo afim de fazer com que o seu público busque por você e crie um engajamento. Postagens em formato de vídeos e imagens podem ser mais atraentes, e irão ser mais convidativos para seu público. Tudo isso afim de gerar credibilidade para sua clínica, auxiliando na sua presença digital efetiva.

  • Google Ads: 

Os anúncios gerenciados pelo Google Ad Words dominam o mundo digital. Desde uma pesquisa no Google, vídeos no Youtube, até um banner em um site. Essa ferramenta auxilia seu negócio a criar esses anúncios de forma eficaz afim de gerar resultados. Essa é uma das formas mais utilizadas para buscar audiência qualificada, ou seja, que foi iniciada para se tornar cliente.

  • SEO:

 Você conhece a ferramenta Search Engine Optimization (SEO)? Ela é basicamente a otimização para as ferramentas de busca, e procura indexar seu site ou blog no Google. Algumas técnicas utilizadas para isso são análises palavras-chave, afim de alcançar bons resultados de modo orgânico. Desta forma, o SEO busca alcançar as primeiras posições de busca pela qualidade e tamanho do conteúdo que você irá disponibilizar.

  • Inbound Marketing: 

Ou marketing de atração, são estratégias de geração de valor que visam atrair e converter pacientes de forma espontânea. Esta é basicamente a ideia de que seu cliente irá chegar a você, não ao contrário. Baseando-se na construção de relacionamento com o paciente antes, durante e após a compra, o Inbound é uma técnica inovadora para aumentar a visibilidade da sua clínica e otimizar o processo de venda. A organização do Inbound segue a sequência lógica: Atrair, Converter, Relacionar, Vender e Analisar. 

# Faça a automação dessas funções

Portanto, trabalhar com a automação de marketing é a forma mais inteligente de fazer uso das informações fornecidas. Atrair os visitantes ao seu site é o seu foco, mas você precisa ter uma maneira de transformá-los em leads.

  • Leads:

É o seu cliente em potencial. Ele já está na metade do caminho de compra por demonstrar interesse em consumir seu serviço.

Após conseguir esses Leads você precisa entender em qual estágio ele está em relação a finalização da compra. Sendo assim, você irá tomar as atitudes certas em relação a ele, afim de leva-lo ao estágio final.

Sendo assim você irá seguir o fluxo em que irá disponibilizar o conteúdo para esse público até transformá-lo em lead. Portanto, o processo se dará através da educação e estímulo e aumento da relação de confiança.

“O cliente potencial toma conhecimento do tema -> reconhece a necessidade/problema -> demonstra interesse em uma solução -> compara e avalia alternativas -> procede com a compra.”

fonte: https://resultadosdigitais.com.br/blog/leads/

Logo, assim teremos a posição dos leads em seu Pipeline.

 

fonte: https://resultadosdigitais.com.br/blog/leads/

 

A estratégia de automação de marketing faz com que todo este trabalho seja aproveitado, facilitando o relacionamento e personalizando o contato com os leads.

Desta forma, ao utilizar este recurso sua clínica estará saindo na frente. Otimize seus leads e invista em quem ja está em contato com sua empresa.

Quer saber mais sobre como iniciar a presença digital na sua clínica? Então fale conosco e descubra como  Gestão DS pode lhe auxiliar!

Gostou desse conteúdo?

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